<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331</id><updated>2011-04-21T20:57:27.729-07:00</updated><category term='vida'/><category term='Dostoievski'/><category term='C. S. Lewis'/><category term='poesia'/><category term='flyleaf'/><category term='O Mundo de Sofia'/><category term='citações'/><category term='G. K. Chesterton'/><category term='design'/><category term='livros'/><category term='música'/><category term='cristianismo'/><category term='amor'/><category term='reflexão'/><category term='fé'/><title type='text'>Invisível e Essencial</title><subtitle type='html'>Porque o essencial é invisível aos olhos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-6641366638889467695</id><published>2009-04-09T08:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-09T08:16:48.642-07:00</updated><title type='text'>Brooke Fraser - C.S. Lewis Song</title><content type='html'> &lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lWMBJ-sdft0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/lWMBJ-sdft0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-6641366638889467695?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/6641366638889467695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=6641366638889467695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6641366638889467695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6641366638889467695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/04/brooke-fraser-cs-lewis-song.html' title='Brooke Fraser - C.S. Lewis Song'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-5890369860091026150</id><published>2009-04-07T09:24:00.000-07:00</published><updated>2009-04-09T08:38:31.223-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='C. S. Lewis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>A Queda (suposições e reflexões de C.S. Lewis)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;O que aconteceu exatamente quando o homem caiu, não sabemos; mas se é legítimo fazer conjeturas, ofereço o seguinte quadro: um "mito" no sentido socrático,&lt;a style="mso-endnote-id:edn1" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_edn1" name="_ednref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi- mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; uma narrativa plausível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Durante longos séculos Deus aperfeiçoou a forma animal que iria tomar-se o veículo da humanidade e a imagem de Si mesmo. Ele deu-lhe mãos cujo polegar podia ser aplicado a cada um dos dedos, e mandíbula, dentes e garganta articulados, assim como um cérebro suficientemente complexo para executar todos os movimentos materiais dando Julgar ao pensamento racional. A criatura pode ter existido durante séculos neste estado antes de tomar-se homem: pode ter sido até mesmo inteligente o bastante para fazer coisas que o arqueólogo moderno aceitaria como prova de sua humanidade. Mas não passava de um animal porque todos os seus processos físicos eram dirigidos a fins puramente materiais e naturais. Então, na plenitude do tempo, Deus fez descer sobre este organismo, tanto na sua psicologia como fisiologia, uma nova espécie de consciência que podia dizer "eu" e "mim", que podia olhar para si mesma como um objeto, que conhecia Deus, que podia fazer juízos quanto à verdade, beleza e bondade, e que estava tão acima do tempo que podia percebê-lo passar.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Esta nova consciência governava e iluminava o organismo inteiro, enchendo de luz cada uma de suas partes; não sendo, como o nosso, limitado a uma seleção dos movimentos existentes numa parte dele, a saber, o cérebro. O homem era então todo consciência. O iogue moderno alega - seja com verdade ou falsamente - ter sob controle essas funções que para nós fazem praticamente parte do mundo exterior, como a digestão e a circulação. O primeiro homem tinha eminentemente este poder. Seus processos orgânicos obedecem à lei da sua própria vontade e não à da natureza. Seus órgãos enviavam apetites ao tribunal da vontade, não porque fossem obrigados a isso, mas porque assim o desejavam. O sono não era para ele o estupor em que caímos, mas um repouso consciente e voluntário – permanecia acordado para gozar do prazer e necessidade do sono. Desde que os processos de decadência e reparo de seus tecidos eram da mesma forma conscientes e obedientes, não é fantasioso supor que a duração de sua vida fosse um aspecto que ficava praticamente a seu critério.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Pelo fato de comandar inteiramente a si mesmo, ele dominava todas as formas inferiores de vida com as quais entrava em contato. Encontramos ainda hoje alguns raros indivíduos que possuem um misterioso poder para domesticar feras. O homem paradisíaco gozava deste poder de maneira notável. O velho quadro dos animais brincando diante de Adão e fazendo-lhe festas pode não ser inteiramente simbólico. Até mesmo agora mais animais do que podemos supor estão prontos a adorar o homem se lhes for dada uma oportunidade razoável: pois o homem foi feito para ser o sacerdote e mesmo, num certo sentido, o Cristo, dos animais - o mediador através do qual eles&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;apreendem tanto do esplendor divino quanto sua natureza irracional permite. E Deus, &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;ara tal homem, não representava um plano inclinado, escorregadio. A nova consciência tinha sido feita para repousar em seu Criador, e assim fez.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Por mais rica e variada que fosse a experiência do homem em relação a seus semelhantes (ou semelhante) quanto à caridade e amizade, ao amor sexual, ou quanto aos animais ou ao mundo que o rodeava, pela primeira vez reconhecido como belo e terrível, Deus vinha em primeiro lugar no seu amor e pensamentos, e isso sem qualquer esforço penoso. Num perfeito movimento cíclico, o ser, o poder e a alegria, desciam de Deus para o homem na forma de amor obediente e adoração extática: e neste sentido, embora não em todos, o homem era então verdadeiramente o filho de Deus, o protótipo de Cristo, representando perfeitamente na alegria e relaxamento de todas as faculdades e sentidos aquela rendição filial que Nosso Senhor representou nas agonias da crucificação.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Julgado pelos seus artefatos e talvez até mesmo pela sua linguagem, esta criatura abençoada era sem dúvida um selvagem. Tudo o que a experiência e a prática podem ensinar estava ainda para ser aprendido: se cortava gravetos, com certeza era muito desajeitado. Pode ter sido absolutamente incapaz de expressar de forma conceitual sua experiência paradisíaca. Tudo isso é irrelevante. De nossa infância, podemos lembrar que antes dos mais velhos nos considerarem capazes de "compreender" qualquer coisa, já tínhamos experiências espirituais tão puras e momentosas como quaisquer outras que tenhamos tido desde então, embora não fossem naturalmente tão ricas em seu contexto real.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Do próprio cristianismo podemos aprender que existe um nível - a longo prazo o único nível de importância - em que os eruditos e os adultos não têm qualquer vantagem sobre os simples e as crianças. Não tenho dúvidas de que se o homem paradisíaco surgisse agora entre nós, iríamos considerá-lo um completo selvagem, uma criatura a ser explorada ou, pelo menos, tratada com condescendência. Apenas um ou dois, e esses estariam entre os mais santos dentre nós, iriam lançar um segundo olhar para essa criatura nua, barbuda, de fala arrastada: mas eles, dentro de poucos minutos, cairiam a seus pés.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Não sabemos quantas dessas criaturas Deus fez, nem por quanto tempo continuariam no estado paradisíaco. Mas, mais cedo ou mais tarde, elas caíram. Alguém ou alguma coisa lhes sussurrou que poderiam tornar-se como deuses - que podiam deixar de manter Suas vidas na direção do Criador e aceitar todos os seus prazeres como dádivas não convencionais, como "acidentes" (no sentido lógico) surgidos no decorrer de uma vida dirigida à adoração de Deus e não a esses prazeres.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:Georgia;font-size:16px;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;Da mesma forma que o jovem deseja uma mesada do pai, que possa considerar como sua, com a qual faz seus próprios planos (e com justiça, pois o pai é afinal de contas um semelhante) eles também desejavam agir por conta própria, cuidar de seu futuro, planejar para o seu prazer e segurança, ter um &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-TimesNewRoman\,Italic&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;"&gt;meum &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;do qual sem dúvida pagariam um tributo razoável a Deus em termos de tempo, atenção, e amor, mas que em todo caso era deles e não dEle. Eles queriam, como dizemos hoje, ser "seus próprios donos". Mas isso significa viver uma mentira, porque na verdade não somos donos de nós mesmos, nossa alma não é nossa. Eles queriam um lugar no universo de onde pudessem dizer a Deus: "Este negócio é nosso e não seu." Mas não existe um canto assim. Eles queriam ser substantivos, mas eram, e serão eternamente, simples adjetivos. Não temos idéia em que ato, ou série de atos, o desejo contraditório, impossível, encontrou expressão. Por tudo o que sei, pode ter ligação com o ato de comer literalmente uma fruta, mas a questão não é importante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Este ato de obstinação por parte da criatura, que constitui uma absoluta falsidade em relação à sua posição de criatura, é o único pecado que pode ser concebido como a Queda. A dificuldade com respeito ao primeiro pecado é que ele deve ser hediondo, caso contrário suas conseqüências não seriam tão terríveis, embora seja ao mesmo tempo algo que um ser, livre das tentações do homem decaído, possa ter possivelmente praticado. O desvio de Deus para o "eu" cumpre ambas as condições. É um pecado possível até mesmo ao homem paradisíaco, pois a simples existência de um "eu" – o mero fato de o chamarmos "mim" - inclui, desde o princípio, o perigo da auto-idolatria. Desde que eu sou eu, devo realizar um ato de auto-rendição, por menor ou mais fácil que seja, vivendo para Deus em lugar de para mim mesmo.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Este é o "ponto fraco" na própria natureza da criação, o risco que Deus aparentemente julga valer a pena aceitar. Mas o pecado foi hediondo porque o "eu" que o homem paradisíaco teve de render não continha uma resistência natural ao ato de render-se. Seus dados, por assim dizer, eram um organismo psicofísico inteiramente sujeito à vontade e uma vontade inteiramente disposta, embora não compelida, a voltar-se para Deus. A autoentrega que ele praticou antes da Queda não envolveu qualquer esforço, mas apenas a agradável vitória sobre uma auto-aderência infinitesimal que causou prazer ao ser vencida - no que vemos uma leve analogia na auto-entrega extasiada dos amantes de hoje. Ele não tinha, portanto, qualquer tentação (no sentido dado por nós) para escolher o "eu" – nenhuma paixão ou inclinação voltada obstinadamente para esse lado – nada além do simples fato de que o ego era ele mesmo.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Até esse momento o espírito humano tinha estado em pleno controle do organismo humano, e sem dúvida esperava que reteria esse controle quando deixou de obedecer a Deus. Mas sua autoridade sobre o organismo não passava de uma autoridade delegada que perdeu quando deixou de ser o delegado de Deus. Pelo fato de ter-se afastado, na medida do possível, da fonte de seu ser, ele também rompeu sua ligação com a fonte de poder. Quando dizemos quanto às coisas criadas que A domina B, isto deve significar que Deus domina B através de A. Duvido que fosse intrinsecamente possível para Deus continuar a ter domínio sobre o organismo através do espírito humano quando este se rebela contra Ele. Pelo menos, não o fez. Passou a governar o organismo de maneira mais extrema, não mais pelas leis do espírito, mas pelas da natureza.&lt;a style="mso-endnote-id:edn2" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_edn2" name="_ednref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character:footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi- mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Assim sendo, os órgãos, não mais governados pela vontade do homem, caíram sob o controle das leis bioquímicas comuns e sofreram as interações que essas leis provocaram na forma de dor, senilidade e morte.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Os desejos começaram a surgir na mente do homem, não de conformidade com a escolha feita pela sua razão, mas como os fatos bioquímicos e ambientais os provocavam. A própria mente sujeitou- se às leis psicológicas da associação e outras que Deus tinha feito para governar a psicologia dos antropóides superiores. E a vontade, apanhada na maré da simples natureza, não teve outro recurso senão restringir alguns dos novos pensamentos e desejos pela força, e esses rebeldes inconformados se tomaram o subconsciente como o conhecemos hoje. O processo, segundo penso, não foi comparável à simples deterioração como pode ocorrer agora no indivíduo da espécie humana; mas tratou-se de uma perda de posição como espécie. O que o homem perdeu com a Queda foi sua natureza original específica. "Tu és pó e ao pó voltarás." O organismo total que se elevara até sua vida espiritual voltou à condição simplesmente natural de que, ao ser feito, tinha saído – assim como, muito antes na história da criação, Deus elevara a vida vegetal para tomar-se o veículo da animalidade, e o processo químico para tornar-se o veículo da vegetação, e o processo físico para tornar-se o veículo do químico. O espírito humano, de senhor da natureza humana, passou a ser um simples hóspede em sua própria casa, ou até mesmo um prisioneiro; a consciência racional transformou-se no que agora é - um facho de luz vacilante repousando em uma pequena parcela dos movimentos cerebrais. Mas esta limitação dos poderes do espírito foi um mal menor do que a corrupção do espírito em si. Ele se afastara de Deus e se tomara o seu próprio ídolo; e assim, embora pudesse ainda voltar a Deus,&lt;a style="mso-endnote-id:edn3" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_edn3" name="_ednref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; só podia fazê-lo mediante um grande esforço, e sua indignação era dirigida ao "eu".&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Dessa forma o orgulho e a ambição, o desejo de ser belo a seus próprios olhos e de oprimir e humilhar todos os rivais, a inveja e a busca incessante de mais e mais segurança, eram agora as atitudes que tomava com maior facilidade. Ele não era apenas um rei fraco sobre a sua natureza, mas um mau rei: enviando ao organismo psicofísico desejos bem piores do que este os enviava a ele. Esta condição foi transmitida a todas as gerações posteriores pela hereditariedade, pois não se tratava simplesmente do que os biólogos chamam de uma variação adquirida; mas da emergência de um novo tipo de homem – uma nova espécie, jamais feita por Deus, tinha passado a existir mediante o pecado. A mudança pela qual o homem passara não era paralela ao desenvolvimento de um novo órgão ou um novo hábito; tratava-se, entretanto, de uma alteração radical de sua constituição, um distúrbio da relação entre as suas partes componentes, e uma perversão interna de uma delas.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Deus poderia ter suspenso este processo através de um milagre: mas isto - falando por metáfora algo irreverente - seria declinar o problema que Deus, Ele mesmo, tinha estabelecido ao criar o total de um mundo contendo agentes livres, apesar de, e por meio de, sua rebelião contra Ele. O símbolo de um drama, uma sinfonia, ou uma dança, é útil aqui para corrigir um certo absurdo que pode surgir se falarmos demasiado a respeito de Deus planejar e criar o processo do mundo para o bem e de esse bem ser frustrado pelo livre-arbítrio das criaturas.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Isto pode levantar a idéia ridícula de que a Queda tomou Deus de surpresa e atrapalhou os seus planos, ou então - mais ridículo ainda - que Deus planejou tudo para condições que, Ele bem sabia, jamais iriam ser cumpridas. De fato, como é natural, Deus viu a crucifixão no ato de criar a primeira nebulosa. O mundo é uma dança em que o bem, procedente de Deus, é perturbado pelo mal que sobe das criaturas, e o conflito resultante é resolvido pela suposição do próprio Deus da natureza sofredora que o mal produz. A doutrina da Queda voluntária afirma que o mal que produz assim o combustível ou a matéria-prima para o segundo e mais complexo tipo de bem não é contribuição de Deus mas do homem. Isto não quer dizer que se o homem tivesse permanecido inocente, Deus não poderia então ter inventado um todo sinfônico igualmente esplêndido - supondo que insistamos em fazer perguntas desse tipo.&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; Mas deve ser sempre lembrado que quando falamos do que poderia ter acontecido, de contingências fora de toda realidade, não sabemos na verdade do que estamos falando. Não existem tempos nem lugares fora do universo existente em que tudo isto "poderia&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;mso-bidi-font-family:TimesNewRoman;font-size:10.0pt;"&gt;acontecer" ou "poderia ter acontecido". Penso que a maneira mais significativa de afirmar a verdadeira liberdade do homem é dizer que se existirem outras espécies racionais além dele, em alguma outra parte do universo atual, então não é necessário supor que elas também tenham decaído.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="mso-element:endnote-list"&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%" style="text-align: justify;"&gt;    &lt;div style="mso-element:endnote" id="edn1"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="mso-endnote-id:edn1" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_ednref1" name="_edn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:8.0pt;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt; Isto é, um relato do que pode ter sido o fato histórico. Não devendo ser Confundido com "mito" na opinião do Dr. Niebuhr (I.e., uma representação simbólica da verdade não-histórica.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:endnote" id="edn2"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="mso-endnote-id:edn2" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_ednref2" name="_edn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:8.0pt;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt; Este é um desenvolvimento do conceito de Hooker sobre a Lei. Desobedecer á sua própria lei (1.e., a lei que Deus faz para um ser como você) significa ver-se obedecendo a uma das leis inferiores de Deus: e.g., se ao andar num pavimento escorregadio, você negligenciar a lei da prudência, irá encontrar-se repentinamente obedecendo à lei da gravidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="mso-element:endnote" id="edn3"&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="mso-endnote-id:edn3" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=4773748265485970331&amp;amp;postID=5890369860091026150#_ednref3" name="_edn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote"&gt;&lt;span class="MsoEndnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;mso-fareast-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:8.0pt;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:8.0pt;"&gt; 0s teólogos irão notar que não pretendo fazer aqui qualquer contribuição á controvérsia pelágioagostiniana. Quero indicar unicamente que tal volta a Deus não era nem é uma impossibilidade. Onde fica a iniciativa de tal retomo é uma questão sobre a qual não me atrevo a dizer nada.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  font-style: italic;font-family:Arial;font-size:48px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  ;font-family:Arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;C. S. Lewis em O Problema do Sofrimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-5890369860091026150?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/5890369860091026150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=5890369860091026150' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/5890369860091026150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/5890369860091026150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/04/nossa-infancia-no-paraiso-e-queda.html' title='A Queda (suposições e reflexões de C.S. Lewis)'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-7035132694872075637</id><published>2009-03-26T08:07:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T08:09:15.379-07:00</updated><title type='text'>1000 Apologies</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9RcOfeht6j4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9RcOfeht6j4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demon Hunter - 1000 Apologies&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-7035132694872075637?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/7035132694872075637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=7035132694872075637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7035132694872075637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7035132694872075637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/1000-apologies.html' title='1000 Apologies'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-616555595380921639</id><published>2009-03-26T07:52:00.001-07:00</published><updated>2009-03-26T07:52:52.453-07:00</updated><title type='text'>Não chove todo dia, não vai chover pra sempre</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_wJn6Yxl0pw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_wJn6Yxl0pw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-616555595380921639?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/616555595380921639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=616555595380921639' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/616555595380921639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/616555595380921639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/nao-chove-todo-dia-nao-vai-chover-pra.html' title='Não chove todo dia, não vai chover pra sempre'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-8398510193528507033</id><published>2009-03-26T07:18:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T07:19:14.903-07:00</updated><title type='text'>Some will seek forgiveness, others escape</title><content type='html'>Minha música favorita da banda Underoath, com legendas em português&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2fDpSksxet8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2fDpSksxet8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-8398510193528507033?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/8398510193528507033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=8398510193528507033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/8398510193528507033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/8398510193528507033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/some-will-seek-forgiveness-others.html' title='Some will seek forgiveness, others escape'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-4598340487027162408</id><published>2009-03-23T14:33:00.000-07:00</published><updated>2009-03-23T14:34:53.768-07:00</updated><title type='text'>Flobots - Handlebars (com legendas em português)</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="264"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UPEcL8pNG18&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param 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href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4598340487027162408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4598340487027162408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/flobots-handlebars-com-legendas-em.html' title='Flobots - Handlebars (com legendas em português)'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-3847417244806560827</id><published>2009-03-20T12:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-20T14:04:57.674-07:00</updated><title type='text'>Excessos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 13px; font-family:Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não sejas excessivamente nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada em excesso faz bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sejas excessivamente bom, para que não te enredes em tua própria bondade, e, assim, te corrompas na presunção de tuas próprias leis de nobreza e misericórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sejas excessivamente justo, para que a tua justiça não se torne em perversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tentes ser amor, mas apenas ama. Somente Deus é amor. Nós não sabemos como é ser amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sejas completamente inclusivo, pois, assim, perderias o teu caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sejas completamente exclusivo, pois, assim, perderias a tua alma e tornar-te-ias empedrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um santo tem que antes ser um bom pecador. E o caminho para a santidade é vereda do reconhecimento do pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não busques nem as alturas e nem os abismos. Se tu chegares num desses pólos... que tenhas sido apenas levado pela vida, não por ti mesmo. Antes, busca o caminho do equilíbrio e a vereda plana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo excesso destrói o ser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.caiofabio.com/" style=""&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=""&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;Caio Fábio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=" "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, em texto de 2004.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-3847417244806560827?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/3847417244806560827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=3847417244806560827' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3847417244806560827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3847417244806560827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/excessos.html' title='Excessos'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-7963729384701124540</id><published>2009-03-17T11:32:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T11:35:24.899-07:00</updated><title type='text'>E ainda a crise...</title><content type='html'>&lt;div class="entry"&gt;     &lt;div class="snap_preview"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;Vou fazer um slideshow para você.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Está preparado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;É comum, você já viu essas imagens antes.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Quem sabe até já se acostumou com elas.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Começa com aquelas crianças famintas da África.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Aquelas com moscas nos olhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Os slides se sucedem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Êxodos de populações inteiras.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Gente faminta.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Gente pobre.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Gente sem futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Durante décadas, vimos essas imagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;São imagens de miséria que comovem.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;São imagens que criam plataformas de governo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Criam ONGs.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Criam entidades.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Criam movimentos sociais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Ano após ano, discutiu-se o que fazer.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Resolver, capicce?&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Extinguir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Não sei como calcularam este número.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Mas digamos que esteja subestimado.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Digamos que seja o dobro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Ou o triplo.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;br /&gt;Se quiser, repasse, se não, o que importa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;br /&gt;O nosso almoço tá garantido mesmo…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(79, 129, 189); text-decoration: underline;font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;fonte: http://influxo.wordpress.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-7963729384701124540?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/7963729384701124540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=7963729384701124540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7963729384701124540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7963729384701124540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/e-ainda-crise.html' title='E ainda a crise...'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-2751228191552621796</id><published>2009-03-04T13:39:00.000-08:00</published><updated>2009-03-04T13:42:02.843-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><title type='text'>O Caminho do Bezerro</title><content type='html'>Após cruzar florestas virgens,&lt;br /&gt;Como fazem os bons bezerros&lt;br /&gt;Um bezerro retornou para casa;&lt;br /&gt;Mas uma sinuosa trilha seu rastro deixou&lt;br /&gt;Como todos os bezerros deixam.&lt;br /&gt;Trezentos anos se passaram desde então,&lt;br /&gt;O bezerro está morto, eu acredito.&lt;br /&gt;Mas seu rastro ainda permanece,&lt;br /&gt;E a moral da história está aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte o rastro farejado foi&lt;br /&gt;Por um cão solitário que por ali passou;&lt;br /&gt;Então o sábio vaqueiro&lt;br /&gt;Seguindo a trilha por vales e estepes,&lt;br /&gt;Trouxe o rebanho atrás de si,&lt;br /&gt;Como os bons vaqueiros fazem.&lt;br /&gt;E desde então surgiu grande clareira na mata,&lt;br /&gt;Pela velha floresta surge um caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitos homens por ela foram e voltaram&lt;br /&gt;E alargaram, arrumaram, ampliaram.&lt;br /&gt;E proferiram palavras de justa ira&lt;br /&gt;Por ser tortuoso tal caminho.&lt;br /&gt;Mas mesmo a contragosto ainda o trilharam,&lt;br /&gt;A primeira trilha daquele bezerro,&lt;br /&gt;Por entre árvores e entre espinhos ficou sinuosa&lt;br /&gt;Pois cambaleava enquanto caminhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este caminho na floresta virou rua,&lt;br /&gt;Que curva, vira e curva novamente;&lt;br /&gt;Esta rua torta virou estrada&lt;br /&gt;De pobres cavalos com suas cargas&lt;br /&gt;Labutando sob o ardente sol&lt;br /&gt;Numa viajem de três milhas e meia.&lt;br /&gt;E assim por um século e um meio&lt;br /&gt;Seguiram nos passos daquele bezerro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anos voaram velozes,&lt;br /&gt;A estrada virou rua de aldeia;&lt;br /&gt;E antes que os homens dessem conta,&lt;br /&gt;Virou avenida congestionada da cidade;&lt;br /&gt;E logo rua central de uma metrópole renomada;&lt;br /&gt;E homens há dois séculos e um meio andaram&lt;br /&gt;Na trilha de um bezerro. a cada dia cem mil&lt;br /&gt;Pessoas seguem o cambaleio do bezerro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal tortuosa jornada vira rota de continente.&lt;br /&gt;Por onde passam cem mil homens&lt;br /&gt;Passou um bezerro, morto há trezentos anos.&lt;br /&gt;E eles ainda seguem o caminho tortuoso,&lt;br /&gt;E perdem cem anos por dia;&lt;br /&gt;E assim prestam tamanha reverência&lt;br /&gt;A tão bem firmado precedente.&lt;br /&gt;A lição moral que isto ensina por mim é pregada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens são propensos a seguirem cegos&lt;br /&gt;Ao longo das trilhas dos bezerros da mente.&lt;br /&gt;E a trabalhar dia a dia, sol a sol.&lt;br /&gt;Para fazer o que outros homens fizeram.&lt;br /&gt;Eles seguem no rastro batido,&lt;br /&gt;Pela beira e pelo meio, para frente e para trás.&lt;br /&gt;Permanecendo ainda em seus tortuosos caminhos,&lt;br /&gt;Mantendo o caminho que outros fizeram,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles fizeram do caminho uma trilha sagrada,&lt;br /&gt;Ao longo do qual suas vidas se movem.&lt;br /&gt;Como sorri o velho sábio deus da floresta,&lt;br /&gt;Ele que viu o primeiro bezerro passar!&lt;br /&gt;Ah! Muitas coisas este conto poderia ensinar -&lt;br /&gt;Mas não sou ordenado para pregar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sam Walter Foss&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-2751228191552621796?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/2751228191552621796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=2751228191552621796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/2751228191552621796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/2751228191552621796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/03/o-caminho-do-bezerro.html' title='O Caminho do Bezerro'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-1259946550970851031</id><published>2009-02-16T08:31:00.000-08:00</published><updated>2009-03-17T11:48:54.949-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Escrever Amor nos Braços Dela</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZxuDG5TD4I/AAAAAAAAAEk/S5JORYUKy9I/s1600-h/2258976882_3a8f020708.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 196px; height: 295px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZxuDG5TD4I/AAAAAAAAAEk/S5JORYUKy9I/s400/2258976882_3a8f020708.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304235460805201794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;To Write Love On Her Arms - &lt;a href="http://www.twloha.com/"&gt;http://www.twloha.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p id="vvky0" style="text-align: left;"&gt;"Escrever Amor Nos Braços Dela"&lt;br /&gt;por Jamie Tworkowski&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="lds40"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="lds41"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify;" id="lds42"&gt;A banda Pedro The Lion está tocando alto no som do carro e a cidade nos espera do lado de fora das janelas abertas. Ela senta e canta, pernas cruzadas no assento do passageiro, a bonita voz dela escondida no volume. A música é um lugar seguro, e Pedro The Lion é sua banda favorita. Me atinge o fato de que ela não verá esse horizonte por várias semanas, e que nós estaremos sem ela. Eu me inclino para a frente, sabendo que isso será escrito, e pergunto a ela o que diria se essa história tivesse audiência. Ela sorri. "Diga a eles para olhar pra cima. Diga a eles que se lembrem das estrelas."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;" id="h8u50"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u52"&gt;Talvez fosse melhor eu escrever uma música pra ela, porque músicas não esperam se resolver, e porque músicas significam muito pra ela. Histórias esperam por finais, mas músicas são coisas corajosas e fortes o bastante para cantar quando tudo o que conhecem são trevas. Essas palavras, como muitas palavras, serão escritas próximas da meia noite, entre a tempestade e a calmaria, enquanto ambas tentam alcançá-la.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u53"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u54"&gt;Renee tem 19 anos. Quando eu a conheci, a cocaína estava fresca em seu organismo. Ela não tinha dormido havia 36 horas e não iria por mais 24. É uma mistura familiar de Coca-Cola, maconha, pílulas e álcool. Ela concordou em nos encontrar, nos ouvir e nos deixar orar. Nós perguntamos à Renee se ela gostaria de vir conosco, deixar para trás essa noite falida. Ela diz que irá para a reabilitação amanhã, mas que ela não está pronta agora. É uma mudança muito grande. Nós oramos e nos despedimos e é difícil ir embora sem ela. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u56"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u57"&gt;Ela conheceu tanta dor; sonhos assombrosos na infância, a presença quase constante do mal desde então. Ela sentiu o toque de horríveis homens nus, lutou contra a depressão e o vício, e tentou o suicídio. Seus braços trazem marcas das lâminas, cinqüenta cicatrizes que lembram dos cortes feitos por ela mesmo. Seis horas depois que eu a conheci, ela está se sentindo presa, com dois grupos de "amigos" oferecendo caminhos opostos. Todos estão dormindo. O sol está nascendo. Ela dá um grande gole em uma garrafa de licor, pega uma gilete na mesa e se tranca no banheiro. Ela se corta, usando a lâmina para escrever "F*** UP" (algo próximo de "F***-se") bem grande em seu antebraço esquerdo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u58"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u59"&gt;A enfermeira no centro de tratamento encontra o ferimento várias horas depois. O centro não tem detox (dieta de desintoxicação), classifica ela como um grande risco, e não a aceita. Nos próximos cinco dias, era será nossa para que a amemos. Nós nos tornamos seu hospital e a possibilidade de cura enche de vida a nossa sala-de-estar. Nada é dito e somos poucos, mas nós seremos a sua igreja, o corpo de Cristo tornando-se vivo para atender as necessidades dela, para escrever amor nos braços dela.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u510"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u511"&gt;Ela é cheia de contrastes. Mais cheia de vida e próxima da morte do que qualquer um que eu já tenha conhecido, como uma música do Johnny Cash ou alguma estrela do cinema. Ela é dona de uma atitude e humor que vão além dos seus 19 anos, e quando ela me conta sua história, ela é humilde, quieta e gentil, moldada pela dor de cem vidas. Eu me sento, privilegiado mas me quebranto por dentro enquanto ela abre seu coração. Sua vida tem sido tão cheia de trevas mas ainda há alguma leve esperança em suas palavras, e por várias noites consecutivas eu observo as mais belas garotas da sala dizerem-na o quanto é bonita. Eu acho que é Deus lembrando ela.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u512"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u513"&gt;Eu nunca caminhei por essa estrada, mas decidi que se nós estamos prestes a entrar em um período de reabilitação de cinco dias, vai ser a reabilitação mais legal do país. Vai ser rock and roll. Nós começaremos com o básico: muita diversão, muitas idas ao Starbucks e cigarros até demais. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u515"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u516"&gt;Quinta à noite ela está no camarote para ver a Band Marino, a melhor de Orlando. Eles são uma banda de "indie-folk-fabulous", um movimento disfarçado de circo. Ela os ama e sorri quando eu aponto para o agente da Atlantic Europe, vindo de Londres, que está na cidade apenas para ver esse show.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u517"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u518"&gt;Ela está em bons assentos quando o Orlando Magic ganha dos Sonics na noite seguinte, gritando como uma fã de longa data com todas as enterradas de Dwight Howard. No caminho para casa nós paramos para mais café e livros, "Blue Like Jazz" e "Travelling Mercies" (de Anne Lamott's).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u519"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u520"&gt;No sábado, a turnê "Taste of Chaos" está na cidade e nem tenho certeza de que nós conseguiremos entrar, mas as portas se abrem e minutos após estacionarmos, estamos no palco para ver Thrice, uma de suas bandas favoritas. Ela fica a três metros do baterista, sorrindo constantemente. É um momento brilhante na música, quando luz e chuva colidem acima do palco. Um sentimento de cura. É certamente esperança.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u521"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u522"&gt;Domingo à noite é a igreja, e muitos se juntam após a reunião para orar por Renee, essa é a última noite antes de entrar na reabilitação. Alguns são estranhos, mas todos são amigos nessa noite. As orações movem-se de quebrantadas para confiantes, todas encorajando-a. Nós estamos falando com Deus, mas eu acho que estamos falando com ela, mostrando o quanto ela é amada, dizendo que ela não irá sozinha. Um de nós a conhece melhor. Ryan senta no canto dedilhando um violão, cantando músicas que ela inspirou.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u523"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u524"&gt;Após a igreja nossa casa enche de amigos, ali por mais alguns instantes antes de dizer adeus. Todos tem algum presente para ela, alguma carta ou abraço ou pequenos encorajamentos. Ela me puxa de canto e diz que gostaria de me dar algo. Eu sorrio surpreso, me perguntando o que poderia ser. Nós andamos da sala cheia até a garagem, para as coisas dela.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u525"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u526"&gt;Ela me dá sua última lâmina, me diz que é aquela que ela usou para cortar seu braço e para alinhar suas últimas fileiras de cocaína cinco noites atrás. Ela esteve com a gilete desde então, e me diz que como essa será sua noite mais difícil ela não deveria ficar com aquilo. Eu pego a lâmina com cuidado, agradeço e sei imediatamente que esse momento, esse presente, ficará comigo para sempre. Me atinge o pensamento de que esse grande sentimento é o que Cristo sente quando nós rendemos nossos corações partidos, quando nós trocamos a morte pela vida. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u528"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u529"&gt;Enquanto chegamos ao centro de tratamento, ela conclui: "As estrelas estão sempre lá, mas sentimos a falta delas entre a poluição e as nuvens. Nós sentimos a falta delas durante tempestades. Diga à todos para lembrarem da esperança. Nós temos esperança."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u531"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u532"&gt;Eu tenho observado a vida voltar pra ela, e isso tem sido um privilégio. Quando nosso tempo com ela começou, alguém sugeriu que deveria haver retorno, mas essa é a linguagem dos negócios. Amor é algo melhor. Eu tenho sido desafiado e transformado, tenho lembrado que amor é aquela resposta simples de tantas questões difíceis. Don Miller diz que nós somos convocados à darmos as mãos contra as feridas de um mundo quebrado, a fim de parar o sangramento. Eu concordo maravilhosamente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u533"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u534"&gt;Nós freqüentemente pedimos a Deus que apareça. Nós oramos pedindo resgate. Talvez Deus nos peça pra sermos esse resgate, para sermos Seu corpo, nos mover para as coisas que importam. Ele não está invisível quando acordamos pra vida. Eu posso ser simples, mas cada vez mais acredito que Deus age no amor, fala pelo amor, é revelado em nosso amor. Eu vi isso essa semana e honestamente, foi bem simples: Pegue uma garota quebrada, trate-a como uma princesa famosa, dê a ela os melhores lugares na casa. Compre o café e os cigarros dela para os próximos dias, livros e coisas de banheiro para os dias que virão. Diga a ela algo verdadeiro quando tudo que ela conhece são mentiras. Diga que Deus a ama. Fale com ela sobre o perdão, a possibilidade da liberdade, diga que ela foi feita para dançar em vestidos brancos. Todas essas coisas são verdade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u535"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u536"&gt;Nós somos apenas requisitados para amar, para oferecer esperança à tantos desesperançosos. Nós não podemos escolher todos os finais, mas devemos cumprir o papel de resgatadores. Nós não iremos resolver todos os mistérios, e nossos corações certamente irão se partir em uma vida tão vulnerável, mas esse é o melhor caminho. Nós fomos feitos para ser amantes fortes em lugares despedaçados, derramando de nós por aí vez após vez até sermos chamados pra casa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u538"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u539"&gt;Eu aprendi tanta coisa em uma semana com uma garota corajosa. Ela está viva agora, na segurança e na paciência de uma reabilitação, coberta com as de marcas da loucura mas decidindo acreditar que Deus renova as coisas, que Ele significa esperança e cura nas estrelas. Ela iria pedir para você lembrar.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" id="h8u539"&gt;(tradução por Kleber Pessoa)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-1259946550970851031?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/1259946550970851031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=1259946550970851031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1259946550970851031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1259946550970851031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/02/escrever-amor-nos-bracos-dela.html' title='Escrever Amor nos Braços Dela'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZxuDG5TD4I/AAAAAAAAAEk/S5JORYUKy9I/s72-c/2258976882_3a8f020708.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-3523536343790005031</id><published>2009-02-05T03:50:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T12:26:32.786-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexão'/><title type='text'>E O FUTURO, COMO SERÁ?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Por Daniel Ferreira no blog Chocolate Quente:  http://chocolatequente.blogspot.com/2009/02/e-o-futuro-como-sera.html&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho com tecnologia e meu ex-professor e agora chefe da empresa onde estou é uma pessoa a qual admiro e respeito muito. Ele tem a cabeça voltada sempre para o futuro, para as tendências, e por isso é sempre reconhecido no Brasil e no mundo. Recentemente ele deu uma entrevista a revista &lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/"&gt;Marie Claire&lt;/a&gt; onde fala como deveria ser um futuro da humanidade se escolhéssemos o caminho correto. Para a surpresa de muita gente, inclusive da repórter, ele afirma que no futuro que deveríamos ter, voltaremos a morar em vilas, a andar a pé pelo bairro e a ter tempo para nossos filhos e amigos. Poxa, que maravilha!!! Pelo menos pra mim, não existe nada melhor do que morar numa vila tranquila, ruas pequenas e conversar com os amigos na beira da calçada, é muito bom!! Mas note que ele falou "se escolher o caminho certo". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;"A fim de dar uma espiada no amanhã, fui ao encontro do futurólogo Silvio Meira, 53, pernambucano, doutor em ciência da computação pela University of Kent, Inglaterra, e consultor do Programa da ONU para desenvolvimento científico e tecnológico -entre muitas outras coisas. Numa terça-feira bem cedo, encontrei o cientista no saguão do moderníssimo hotel Unique, em São Paulo. Vestido como um universitário, barba por fazer, casado e pai de três filhos, o professor da Federal de Recife, muito intrigado com a aparência ancestral de meu gravador à pilha e fita cassete, começou a pintar uma imagem do futuro que, dependendo de algumas decisões que tomarmos hoje, poderá ser poética ou apocalíptica. Se optarmos pelo caminho certo, daqui a 30 anos, estaremos morando em vilas, passando mais tempo com nossos filhos e viajando apenas para fazer turismo. Se optarmos pelo caminho certo, em 30 anos, nós, mulheres, teremos conseguido, definitivamente, resolver a equação casa/família/realização profissional e não andaremos pelo mundo carregando as culpas de hoje e o sentimento de estar, todos os dias, em falta com alguma coisa. Se optarmos pelo caminho certo, a tecnologia virá nos libertar e não nos aprisionar. O mundo do futuro, segundo Silvio e apesar de evidências que indicam o contrário, será mais simples. Mas, para chegar lá, é essencial tomarmos, agora, as decisões certas e assumirmos responsabilidade por todas as nossas ações. Caso contrário, o amanhã simplesmente não existirá."&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Mesmo se você não trabalha com tecnologia vale a pena ler a reportagem. Clique &lt;/span&gt;&lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Marieclaire/0,6993,EML1693765-1739,00.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero aqui tirar o crédito de Sílvio Meira pelas sábias palavras, mas simplicidade é uma das coisas que gosto de falar aqui no blog, então não é novidade pra nós nos lembrar que quem já nos deu essa "fórmula" de vida melhor foi Deus. Coisas simples! Deus nos mostra que pra sermos felizes não precisamos inventar muita coisa. Mesmo vivendo num mundo totalmente imerso na tecnologia, podemos sim desfrutar da beleza das pequenas coisas que Deus nos dá, basta olhar em volta! =) Espero que a humanidade realmente tome o rumo certo, não pelo lado da tecnologia, mas voltando-se para o lado de Deus, e como o próprio Jesus falou, "coisas maiores que estas véras" (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/1/50+"&gt;João 1.50&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? (&lt;a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/6/25+"&gt;Mt 6.25&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-3523536343790005031?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/3523536343790005031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=3523536343790005031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3523536343790005031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3523536343790005031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2009/02/e-o-futuro-como-sera.html' title='E O FUTURO, COMO SERÁ?'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-1062356650499065443</id><published>2008-12-11T08:44:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T12:27:00.311-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Mundo de Sofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>O Mundo de Sofia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SUFEJ6XRW1I/AAAAAAAAADU/5LUJqjOLr-4/s1600-h/flying.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SUFEJ6XRW1I/AAAAAAAAADU/5LUJqjOLr-4/s400/flying.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278575175331306322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Certa manhã, mamãe, papai e o pequeno Thomas – a esta altura já com dois ou três anos – estão sentados na cozinha tomando o café. De repente, mamãe se levanta, vira-se para a pia e então… bem, então papai começa a flutuar sob o teto da cozinha.  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;O que você acha que Thomas diria? Talvez ele apontasse o dedo para seu pai e dissesse: “Papai voando!”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Na certa Thomas ficaria espantado, mas ficar espantado não é novidade para ele. Afinal, o papai faz tantas coisas estranhas que, a seus olhos, um pequeno vôo sobre a mesa do café da manhã não faz lá muita diferença. Todos os dias, por exemplo, seu pai faz a barba com um aparelhinho esquisito, às vezes sobe no telhado e vira a antena da TV, outras vezes enfia a cabeça no compartimento do motor do carro e sai com a cara toda preta lá de dentro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Agora é a vez da mamãe. Ela ouviu o que Thomas disse e vira-se resoluta. Como você acha que ela reagiria à visão de seu marido voando sobre a mesa da cozinha?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Na mesma hora ela deixa cair o vidro de geléia e solta um grito de pavor. Talvez ela até precise de um médico, depois que papai voltar e sentar-se em sua cadeira. (Há muito tempo ele deveria ter aprendido a se comportar à mesa!)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Por que será que Thomas e mamãe reagem de forma tão diferente? O que você acha?&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;É uma questão de &lt;i style=""&gt;hábito&lt;/i&gt;. (Grave bem isso!) Mamãe aprendeu que as pessoas não podem voar. Thomas não. Ele ainda não tem muita certeza do que é possível e do que não é possível neste mundo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Mas e quanto ao mundo propriamente dito, Sofia? Você acha que &lt;i style=""&gt;ele&lt;/i&gt; é possível? O mundo também fica pairando livremente no espaço.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;O triste de tudo isto é que, à medida que crescemos, nos acostumamos não apenas com a lei da gravidade. Acostumamo-nos, ao mesmo tempo, com o mundo em si.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Ao que tudo indica, ao longo da nossa infância nós perdemos a capacidade de nos admirarmos com as coisas do mundo. Mas com isto perdemos uma coisa essencial – algo de que os filósofos querem nos lembrar. Pois em algum lugar dentro de nós, alguma coisa nos diz que a vida é um grande enigma. E já experimentamos isto, muito antes de aprendermos a pensar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Para ser mais preciso: embora as questões filosóficas digam respeito a todas as pessoas, nem todas se tornam filósofos. Por diferentes motivos, a maioria delas é tão absorvida pelo cotidiano que a admiração pela vida acaba sendo completamente reprimida. (Elas se alojam bem no fundo do pêlo do coelho, fazem um ninho bem confortável e ficam lá embaixo pelo resto de suas vidas.)&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;Para as crianças, o mundo – e tudo o que há nele – é uma coisa &lt;i style=""&gt;nova&lt;/i&gt;; algo que desperta a admiração. Nem todos os adultos vêem a coisa dessa forma. A maioria deles vivencia o mundo como uma coisa absolutamente normal.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="GaarderTexto"&gt;E precisamente neste ponto é que os filósofos constituem uma louvável exceção. Um filósofo nunca é capaz de se habituar completamente com este mundo. Para ele ou para ela o mundo continua a ter algo de incompreensível, algo até de enigmático, de secreto. Os filósofos e as crianças têm, portanto, uma importante característica comum. Podemos dizer que um filósofo permanece a sua vida toda tão receptivo e sensível às coisas quanto um bebê."&lt;/p&gt;&lt;p class="GaarderTexto"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SUFEsyV4ZGI/AAAAAAAAADc/diXhyuPgRjE/s1600-h/flying2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SUFEsyV4ZGI/AAAAAAAAADc/diXhyuPgRjE/s400/flying2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278575774473413730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-1062356650499065443?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/1062356650499065443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=1062356650499065443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1062356650499065443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1062356650499065443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/12/certa-manh-mame-papai-e-o-pequeno.html' title='O Mundo de Sofia'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SUFEJ6XRW1I/AAAAAAAAADU/5LUJqjOLr-4/s72-c/flying.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-7112120260573421648</id><published>2008-11-17T08:04:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T09:32:10.606-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dostoievski'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><title type='text'>Realismo e Fé</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;O verdadeiro realista, se incrédulo, vai sempre encontrar força e capacidade para descrer do milagroso, e se for confrontado com um milagre como fato irrefutável vai de preferência descrer de seus próprios sentidos em vez de admitir o fato. A fé não [...] brota do milagre, mas o milagre da fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Fiodor Dostoievski&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-7112120260573421648?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/7112120260573421648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=7112120260573421648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7112120260573421648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7112120260573421648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/11/realismo.html' title='Realismo e Fé'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-369850776037852585</id><published>2008-11-17T06:13:00.000-08:00</published><updated>2008-11-17T06:18:17.020-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G. K. Chesterton'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><title type='text'>Ortodoxia - G. K. Chesterton</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SSF8u16JXVI/AAAAAAAAADA/yKsLAjUPs4s/s1600-h/ortodoxia.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 220px; height: 303px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SSF8u16JXVI/AAAAAAAAADA/yKsLAjUPs4s/s400/ortodoxia.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269630183186980178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Poucos no Brasil conhecem Gilbert Keith Chesterton (1874-1936), escritor cristão inglês. Celebremos, portanto, a publicação em português de sua obra-prima Ortodoxia (Orthodoxy: The Romance of Faith), de 1908. Um século de atraso não é demais para os padrões brasileiros. Ainda que tardio, o lançamento é oportuno, quando, por um lado, tantos tratados ateus estão chegando às livrarias e, por outro, o fundamentalismo religioso nos enche de horror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chesterton caminhou do racionalismo (origem tanto do liberalismo quanto do fundamentalismo teológicos) à compreensão da “ortodoxia”, fazendo o caminho inverso de tantos, da fé em Cristo para a fé na ciência e na razão. Ele não é um irracionalista pleno de misticismo barato. Usa a inteligência, mas seu pensamento é propositadamente assistemático. Seus livros de apologética cristã são todos provocadores e surpreendentes. Ele defende a fé de forma inovadora, empolgante, sem ser maçante, como é comum em apologética. Chesterton não é repetitivo nem professoral. Com ele enxergamos novas formas de apreciar o cristianismo e de entender seu valor singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecido entre os amigos como “G.K.”, era uma figura peculiar. Chamado de “o príncipe do paradoxo”, era afável, bem humorado e distraído. Era alto e gordo como poucas vezes se vê. Opunha-se às políticas imperialistas britânicas (The Napoleon of Notting Hill). Escreveu sobre Robert Browning e Charles Dickens, e se tornou famoso como crítico literário. Foi brilhante ao discorrer sobre Tomás de Aquino (Saint Thomas Aquinas: The Dumb Ox) e Francisco de Assis. Escreveu peças de teatro, poemas e os romances de ficção policial que o deixaram famoso (bem como seu detetive-teólogo, o padre Brown). É preciso citar o enigmático suspense O Homem que Foi Quinta-Feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ateu aos 12 anos e agnóstico aos 16, retornou para a Igreja Anglicana após o feliz casamento com Frances Blogg, em 1901. Após esta sua primeira conversão, o escritor e jornalista Robert Blatchford publicou uma série de textos condenando o cristianismo e o teísmo em geral. Chesterton respondeu com seu primeiro livro de sucesso, Heréticos (Heretics, 1903) que traz a primeira apresentação de sua compreensão peculiar da fé cristã, que seria expressa mais explícita e completamente cinco anos depois no livro Ortodoxia, na verdade, uma coletânea de ensaios mais ou menos independentes uns dos outros, no estilo fascinante deste literato que, na época da publicação, tinha apenas 34 anos de idade. Aos 48 anos, Chesterton converteu-se ao catolicismo romano (1922). Muitos autores anglicanos influentes, como John Henry Newman e Thomas Howard, fizeram o mesmo. Foi então que escreveu sua obra apologética mais madura, The Everlasting Man (1925), na qual também explica suas razões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo “O Maníaco”, Chesterton rejeita o predestinacionismo como uma forma de religiosidade doentia. O que “o príncipe do paradoxo” entende por uma “perigosa ortodoxia” e pela “emocionante aventura da ortodoxia” é algo bem diferente do neognosticismo e neofarisaísmo que encontramos hoje no mundo evangélico brasileiro e norte-americano. A “ortodoxia” de Chesterton é anti-sectária, de tendências irênicas. Ele é anti-racionalista e, portanto, avesso às teologias sistemáticas fundadas na inferência dedutiva. É humanista em seu combate ao tecnicismo e a todas as formas de desumanização promovidas pelo avanço da civilização tecnológica. A Ortodoxia de Chesterton é, segundo ele mesmo afirma, “uma emocionante aventura” que inclui a adoção da “ética dos elfos” e a militância na “revolução eterna”. A esta altura já deve ter ficado claro para o leitor que ela não vai agradar os guardiões da sã doutrina.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;• Ricardo Quadros Gouvêa é ministro presbiteriano e professor de teologia e de filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte eletrônica:&lt;br /&gt;http://www.ultimato.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-369850776037852585?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/369850776037852585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=369850776037852585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/369850776037852585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/369850776037852585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/11/ortodoxia-g-k-chesterton.html' title='Ortodoxia - G. K. Chesterton'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SSF8u16JXVI/AAAAAAAAADA/yKsLAjUPs4s/s72-c/ortodoxia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-6858120634602189381</id><published>2008-10-17T22:46:00.000-07:00</published><updated>2009-02-18T12:27:48.330-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='C. S. Lewis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='citações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cristianismo'/><title type='text'>O Grande Vício</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe um vício do qual homem algum está livre, que causa repugnância quando é notado nos outros, mas do qual , com a exceção dos cristãos, ninguém se acha culpado. Não existe nenhum outro defeito que torne alguém tão impopular, e mesmo assim não existe defeito mais difícil de ser detectado em nós mesmos. Quanto mais o temos, menos gostamos de vê-lo nos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vício de que estou falando é o orgulho. De acordo com os mestres cristãos, o vício fundamental, o mal supremo, é o orgulho. É por causa dele que o diabo se tornou o que é. O orgulho leva a todos os outros vícios; é o estado mental mais oposto a Deus que existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazer do orgulho não está em se ter algo, mas somente em se ter mais que a pessoa ao lado. É a comparação que torna uma pessoa orgulhosa: o prazer de estar acima do restante dos seres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podem existir pessoas evidentemente cheias de orgulho que declaram acreditar em Deus e se consideram muitíssimo religiosas? Infelizmente, elas adoram um deus imaginário. Na teoria, admitem que não são nada comparadas a esse deus fantasma, mas na prática passam o tempo todo a imaginar o quanto ele as aprova e as tem em melhor conta que ao resto dos comuns mortais. Ou seja, pagam alguns tostões de humildade imaginária para receber uma fortuna de orgulho em relação a seus semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que constatamos que nossa vida religiosa nos faz pensar que somos bons - sobretudo, que somos melhores que os outros -, podemos ter certeza de que estamos agindo como marionetes, não de Deus, mas do Diabo. O diabo ri às gargalhadas. Fica satisfeitíssimo de nos ver castos, corajosos e controlados desde que, em troca, prepare para nós uma Ditadura do Orgulho. Do mesmo modo, ele ficaria contente de curar frieiras dos nossos pés se pudesse, em troca, nos deixar com câncer. O orgulho é um câncer espiritual: ele corrói a possibilidade mesma do amor, do contentamento e até do bom senso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém quer adquirir a humildade, creio poder dizer-lhe qual é o primeiro passo: é reconhecer o próprio orgulho. Aliás, é um grande passo. O mínimo que se pode dizer é que, se ele não for dado, nada mais poderá ser feito. Se você acha que não é presunçoso, isso significa que você é presunçoso demais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(C.S. Lewis em Cristianismo Puro e Simples)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-6858120634602189381?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/6858120634602189381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=6858120634602189381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6858120634602189381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6858120634602189381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/10/o-grande-vcio.html' title='O Grande Vício'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-4205053191863031827</id><published>2008-10-04T19:49:00.000-07:00</published><updated>2008-10-04T20:13:14.801-07:00</updated><title type='text'>P.O.D. - Sleeping Awake (Tradução)</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EiPS-JUAZdA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EiPS-JUAZdA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DORMINDO ACORDADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revele-me os mistérios&lt;br /&gt;Pode você dizer-me o que significa?&lt;br /&gt;Explique estes movimentos e metáforas&lt;br /&gt;Destrave estes segredos em mim&lt;br /&gt;Descreva sua visão, o pensamento falta&lt;br /&gt;Qualquer um não escutará?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defina os mistérios de minha mente&lt;br /&gt;Nada é estritamente o que parece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Dormindo acordado&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue ver o que eu vejo?&lt;br /&gt;Você consegue ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Você pode sentir o que eu sinto?&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado&lt;br /&gt;Você consegue ver o que eu vejo?&lt;br /&gt;Você consegue ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Você pode sentir o que eu sinto?&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue ver isto? Os escritos,&lt;br /&gt;Pode você dizer-me o que significa?&lt;br /&gt;Traduza os símbolos, enigma&lt;br /&gt;As expressões continuam a questionar-me&lt;br /&gt;A mensagem é escrita, o sentido está ausente&lt;br /&gt;Alguém irá querer ouvir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profecia, interprete os sinais&lt;br /&gt;Nada é realmente o que parece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Dormindo acordado&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue ver o que eu vejo?&lt;br /&gt;Você consegue ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Você pode sentir o que eu sinto?&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado&lt;br /&gt;Você consegue ver o que eu vejo?&lt;br /&gt;Você consegue ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Você pode sentir o que eu sinto?&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você vê o que eu vejo?&lt;br /&gt;Pode você ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;E você vê o que eu vejo?&lt;br /&gt;E pode você ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;E você sente como eu sinto?&lt;br /&gt;E pode você sonhar como eu sonho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você vê o que eu vejo?&lt;br /&gt;Pode você ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Ou você sente como eu sinto?&lt;br /&gt;Ou você sonha como eu sonho?&lt;br /&gt;Alguém me vê?&lt;br /&gt;Alguém me ouve?&lt;br /&gt;Alguém me sente?&lt;br /&gt;Tem alguém aí fora?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Dormindo acordado&lt;br /&gt;Sonhando acordado com Sião&lt;br /&gt;Não consigo parar de dormir acordado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você vê o que eu vejo?&lt;br /&gt;E pode você ouvir-se o que eu me ouço?&lt;br /&gt;Você sente o que eu sinto?&lt;br /&gt;Não pode parar dormir acordado&lt;br /&gt;Você vê o que eu vejo?&lt;br /&gt;E pode você ouvir o que eu ouço?&lt;br /&gt;Você sente como eu sinto?&lt;br /&gt;Não pode parar de dormir acordado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém me vê?&lt;br /&gt;Alguém me ouve?&lt;br /&gt;Alguém me sente?&lt;br /&gt;Tem alguém aí fora?!?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-4205053191863031827?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/4205053191863031827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=4205053191863031827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4205053191863031827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4205053191863031827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/10/pod-sleeping-awake-traduo.html' title='P.O.D. - Sleeping Awake (Tradução)'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-4796596614810728640</id><published>2008-09-28T11:30:00.000-07:00</published><updated>2008-09-28T11:51:06.146-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='G. K. Chesterton'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='citações'/><title type='text'>Excesso de Vida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SN_O63eZ0fI/AAAAAAAAACw/zfCA_DlvCx4/s1600-h/1067157_38772199.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SN_O63eZ0fI/AAAAAAAAACw/zfCA_DlvCx4/s400/1067157_38772199.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251143201256493554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"Uma criança balança as pernas ritmicamente por excesso de vida, não pela ausência dela. Pelo fato de as crianças terem uma vitalidade abundante, elas são espiritualmente impetuosas e livres; por isso querem coisas repetidas, inalteradas. Elas sempre dizem: "Vamos de novo"; e o adulto faz de novo até quase morrer de cansaço. Pois os adultos não são fortes o suficiente para exultar na monotonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas talvez Deus seja forte o suficiente para exultar na monotonia. É possível que Deus todas as manhãs diga ao sol: "Vamos de novo"; e todas as noites à lua: "Vamos de novo". Talvez não seja uma necessidade automática que torna todas as margaridas iguais; pode ser que Deus crie todas as margaridas separadamente, mas nunca se canse de criá-las. Pode ser que ele tenha um eterno apetite de criança; pois nós pecamos e ficamos velhos, e nosso Pai é mais jovem do que nós."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G. K. Chesterton - Ortodoxia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-4796596614810728640?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/4796596614810728640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=4796596614810728640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4796596614810728640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4796596614810728640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/uma-criana-balana-as-pernas.html' title='Excesso de Vida'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SN_O63eZ0fI/AAAAAAAAACw/zfCA_DlvCx4/s72-c/1067157_38772199.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-787754284179494328</id><published>2008-09-24T23:07:00.000-07:00</published><updated>2008-09-24T23:17:04.349-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='citações'/><title type='text'>Somos Todos Crentes</title><content type='html'>“No que diz respeito a ter fé, todo mundo tem. As pessoas quase sempre me dizem que nunca conseguiram ter fé, que isso é muito difícil. A idéia de que algumas pessoas têm fé e outras não têm é muito comum. Mas não é verdadeira. Todo mundo tem fé. Todos seguem alguém. O que em geral acontece é que as pessoas com convicções específicas acerca de Deus acabam encurraladas, defendendo sua fé da racionalidade calma e apática dos outros. Como se apenas elas tivessem fé e convicções, as outras, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, porém, não é verdade. Vamos pegar um exemplo: Algumas pessoas acreditam que fomos feitos por um criador, que tem planos e objetivos para sua criação, enquanto outras acreditam que não há nenhum sentido extraordinário para a vida, nenhum grande projeto, que nós existimos não por causa de alguma intenção divina, mas por simples acaso. Não se trata de uma discussão entre pessoas de fé e pessoas que não têm fé. As duas perspectivas baseiam-se na fé, fundamentando-se em um sistema de crenças. Quem diz que estamos aqui por acaso e não há nenhum sentido especial nisso tem exatamente o mesmo tanto de convicções que a pessoa que afirma a existência de um criador. Talvez até mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense em algumas palavras empregadas nesse tipo de discussão. Entre elas, a mais comum é a expressão ‘mente aberta’. Em geral, o que tem convicções espirituais é considerado alguém de mente fechada; os outros são vistos como pessoas de mente aberta. O que me fascina é o fato de que o centro da fé cristã é a premissa de que esta vida não é tudo o que existe. Que a vida é mais do que a matéria. A existência não se limita ao que vemos, tocamos, medimos, ouvimos, degustamos e observamos. Uma das principais afirmativas da visão de mundo cristã é que existe ‘mais’. Os que se opõem a esse conceito insistem em que o que vemos aqui é tudo o que há; somente o que se pode medir e observar com os sentidos é real. Nada mais existe. Qual dessas opiniões revela mais uma ‘mente fechada’? Qual visão de mundo é mais ‘aberta’?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ateu é alguém com tremenda fé. Em nossas discussões acerca das coisas que mais importam, não nos detemos na fé ou na ausência dela. Crença ou não-crença. Estamos falando acerca de fé em algo. Crença em quê? A verdadeira questão não é se temos ou não temos fé, mas em que nós a depositamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos seguem alguém. Todos nós tomamos decisões todos os dias acerca do que é importante, de como tratar as pessoas e do que fazer da nossa vida. Essas decisões têm como pano de fundo o que acreditamos acerca de cada um dos aspectos de nossa existência. Nossas convicções têm origem em algum lugar. Fomos moldados, todos nós, por essa complicada combinação de pessoas, lugares e coisas. Pais e mestres, artistas, cientistas, orientadores - cada um de nós recebe todas essas influências e vive de acordo com os princípios de que se apropriou. Alguns insistem em dizer que não são influenciados por ninguém, nenhuma religião, pensam por si mesmos. É uma opinião digna de respeito. O problema é que essa opinião vem… de alguém. Eles seguem alguém apesar de afirmarem que é a eles próprios que estão seguindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo segue alguém. Todo mundo tem fé em algo e em alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos todos crentes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rob Bell em Repintando a Igreja: Uma Visão Contemporânea, Editora Vida, 2008 - pp. 19-21)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-787754284179494328?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/787754284179494328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=787754284179494328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/787754284179494328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/787754284179494328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/somos-todos-crentes.html' title='Somos Todos Crentes'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-1461470986214046634</id><published>2008-09-20T16:23:00.000-07:00</published><updated>2008-09-20T16:49:21.962-07:00</updated><title type='text'>Chuva</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/R6y-49P0-HI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/R6y-49P0-HI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-1461470986214046634?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/1461470986214046634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=1461470986214046634' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1461470986214046634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/1461470986214046634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/rain.html' title='Chuva'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-6289401870094185930</id><published>2008-09-19T17:31:00.001-07:00</published><updated>2008-09-20T16:21:44.343-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='C. S. Lewis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cristianismo'/><title type='text'>A Fé</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Só podemos descobrir que somos incapazes de cumprir a Lei de Deus depois de tentar cumpri-la com todas as nossas forças (e fracassar em seguida). Se não tentarmos, continuaremos pensando em nosso íntimo que, se nos esforçarmos mais na próxima vez, conseguiremos ser simplesmente bons. Assim, em certo sentido, a estrada que nos leva de volta a Deus é a do esforço moral, a via da auto-superação. Mas, em outro sentido, não é o esforço que nos levará para casa. Toda força que fazemos nos conduz ao momento crucial em que nos voltamos para Deus e lhe dizemos: "O Senhor tem de fazer isso. Não consigo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imploro que vocês não comecem a se perguntar: "Será que já cheguei a esse momento?" Não fique sentado esperando, observando a própria mente para ver se o momento está chegando. Isso o levará a tomar o bonde errado. O homem que começa a querer saber se vai conseguir dormir ou não com toda probabilidade vai passar a noite em claro.Essa mudança pode se dar de forma tão gradual que ninguém consiga apontar uma hora específica, ou mesmo o ano em que aconteceu. É a mudança do sentimento de confiança em nossos próprios esforços para um estado em que nos desesperamos completamente e deixamos tudo nas mãos de Deus.Num sentido, toda a vida cristã se baseia em aceitar essa oferta extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade está em chegar ao ponto de reconhecer que tudo o que fazemos e podemos fazer se resume a nada.Num outro sentido ainda, é claro que deixar tudo nas mãos de Cristo não significa que devemos parar de nos esforçar. confiar nele significa tentar fazer tudo o que ele disse. Não há sentido em dizer que confiamos em tal pessoa se não aceitamos seus conselhos. Logo, se você realmente se entregou nas mãos dele, conclui-se daí que está tentando obedecer-lhe. No entanto, está tentando de uma forma nova, menos preocupada. Não está fazendo essas coisas para ser salvo, mas porque ele já começou a salvá-lo. Não está esperando ganhar o paraíso como recompensa das suas ações, mas quer inevitavelmente agir de uma determinada forma porque já tem dentro de si os primeiros e tênues vislumbres do paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C. S. Lewis - Cristianismo Puro e Simples)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-6289401870094185930?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/6289401870094185930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=6289401870094185930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6289401870094185930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6289401870094185930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/f.html' title='A Fé'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-4880338618568379779</id><published>2008-09-17T10:24:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T13:35:24.954-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='design'/><title type='text'>Abutres no Poder</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNFCEE0QaII/AAAAAAAAABM/kyFmLFNmAxY/s1600-h/VA585.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNFCEE0QaII/AAAAAAAAABM/kyFmLFNmAxY/s200/VA585.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247047678643169410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O mundo convive com o déficit da criatividade e os burocratas continuam apaixonados pelos controles. As pessoas criativas ousam fazer, querem impor novos padrões, lutam persistentemente para gerar novas idéias. Os burocratas parecem ter orgasmos profundos quando dizem aos criativos que o tempo acabou, que o projeto ou a proposta apresentada chegou fora do prazo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Eles levam muito a sério tudo o que pode frustrar. Prendem-se às coisas sem significado de mudanças e abominam o humor. Gostam da aparência tola, são escravos da continuidade. Se pudessem, mandariam jogar em alto mar, com uma pedra amarrada na cintura, todos aqueles que tivessem sinais de genialidade.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;São enganadores. Ficam no escritório pelo menos 12 horas para agradar ao chefe. Passam horas a fio lendo e relendo um relatório, procurando falhas e amolando o punhal de prata para sangrar suas vítimas. Estes, os pangarés, os carrascos dos filhos ou netos dos gênios, poderiam resumir seus trabalhos nos escritórios em nada mais que quatro horas, pois o resto do tempo ficam cavando a sepultura da empresa… gandulas, vocês não serão nem campeões do time de várzea!&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas os gênios são épicos, têm sua epopéia. São globalizados psicologicamente, conseguem entortar talheres e laçar os pangarés, sem nem sequer fazer força física. Eles são felizes, pois sabem que a sua criatividade resultará em maior eficiência.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNFBmc2NTnI/AAAAAAAAAA8/WfFZv7s1ILE/s1600-h/DU1926.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNFBmc2NTnI/AAAAAAAAAA8/WfFZv7s1ILE/s200/DU1926.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247047169697730162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Direcionam suas ações para aquilo em que são mais criativos, vivem sob a orientação da sua vocação e fazem o talento ecoar pelos caminhos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Passam 100 anos estudando e outros 100 esperando a luz… um dia ela aparece. Aí eles constroem uma estação de turismo na lua.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os gênios não são movidos pelo dinheiro ou pela posse, mas pela arte da motivação. Vivem juntando os pedacinhos da vida, os fragmentos da educação e procurando dar sentido aos sinais energéticos. Estão imersos na esperança e não são escravos de nada, muito menos das falsas informações ou ditames pífios.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Vivem em ambientes que gerarão novos gênios para proclamar a independência das idéias. Estão atraindo campeões para formar o cinturão dos centuriões, que vão jogar por terra a cancela que protege os abutres do poder. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: José Carlos&lt;br /&gt;http://solomon1.com&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-4880338618568379779?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/4880338618568379779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=4880338618568379779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4880338618568379779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/4880338618568379779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/o-mundo-convive-com-o-dficit-da.html' title='Abutres no Poder'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNFCEE0QaII/AAAAAAAAABM/kyFmLFNmAxY/s72-c/VA585.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-6394768715742051303</id><published>2008-09-17T09:54:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T12:08:26.251-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='C. S. Lewis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cristianismo'/><title type='text'>Entrevista com C. S. Lewis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNE29z-7WxI/AAAAAAAAAAs/RpoQLwn2Fcw/s1600-h/CSLewis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNE29z-7WxI/AAAAAAAAAAs/RpoQLwn2Fcw/s200/CSLewis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247035476417403666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo informações, as questões foram formuladas por empregados da Electric and Musical Industries Ltd., Heyes, Middlesex, Inglaterra, em 18 de abril de 1944.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para quem não o conhece, Clive Staples Lewis, ou simplesmente C.S. Lewis, produziu uma vasta obra literária, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;foi autor da famosa série As Crônicas de Nárnia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; e é considerado por muitos o maior pensador cristão do século XX - pela sobriedade e lucidez das respostas a seguir dá pra imaginar a razão disto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong  style="font-family:verdana;"&gt;Pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong face="verdana"&gt;Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong face="verdana"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong face="verdana"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lewis:&lt;/span&gt; Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Enquanto dura, a religião da auto-adoração é a melhor. Tenho um velho conhecido já com seus 80 anos de idade, que vive uma vida de inquebrantável egoísmo e auto-adoração e é, mais ou menos, lamento dizer, um dos homens mais felizes que conheço. Do ponto de vista moral, é muito difícil. Eu não estou abordando o assunto segundo esse ponto de vista. Como vocês talvez saibam, não fui sempre cristão. Não me tornei religioso em busca da felicidade. Eu sempre soube que uma garrafa de vinho do Porto me daria isso. Se você quiser uma religião que te faça feliz, eu não recomendo o cristianismo. Tenho certeza que deve haver algum produto americano no mercado que lhe será de maior utilidade, mas não tenho como lhe ajudar nisso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: verdana;"&gt;Pergunta: Os materialistas e alguns astrônomos sugerem que o sistema solar e a vida como a conhecemos foram criados por uma colisão estelar acidental. Qual é a visão cristã dessa teoria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lewis:&lt;/span&gt; Se o sistema solar foi criado por uma colisão estelar acidental, então o aparecimento da vida orgânica neste planeta foi também um acidente, e toda a evolução do Homem foi um acidente também. Se é assim, então todos nossos pensamentos atuais são meros acidentes – o subproduto acidental de um movimento de átomos. E isso é verdade para os pensamentos dos materialistas e astrônomos, como para todos nós. Mas se os pensamentos deles – isto é, do Materialismo e da Astronomia – são meros subprodutos acidentais, por que devemos considerá-los verdadeiros? Não vejo razão para acreditarmos que um acidente deva ser capaz de me proporcionar o entendimento sobre todos os outros acidentes. É como esperar que a forma acidental tomada pelo leite esparramado pelo chão, quando você deixa cair a jarra, pudesse explicar como a jarra foi feita e porque ela caiu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: verdana;"&gt;Pergunta: A aplicação dos princípios cristãos daria um fim ou reduziria enormemente o progresso material e científico? Em outras palavras, é errado para um cristão ser ambicioso e lutar por progresso material?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lewis:&lt;/span&gt; É mais fácil pensar num exemplo mais simples. Como a aplicação dos princípios cristãos afetaria alguém numa ilha deserta? Seria menos provável que esse cristão isolado construísse uma cabana? A resposta é “Não”. Pode chegar um momento em que o Cristianismo o diga para se preocupar menos com a cabana, isto é, se ele estiver a ponto de considerar a cabana a coisa mais importante do universo. Mas, não há nenhuma evidência de que o Cristianismo o impediria de construir um abrigo. Ambição! Devemos ter cuidado sobre o que queremos dizer com essa palavra. Se for desejo de passar à frente de outras pessoas – que é o que eu penso que quer dizer – então, ela é uma coisa má. Se significar apenas desejo de fazer bem uma coisa, então é boa. Não é errado para um ator querer atuar tão bem quanto possível, mas desejar ter seu nome escrito com uma letra maior do que a de outros atores, isso sim é errado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="font-family: verdana;"&gt;Pergunta: Tudo bem em ser General, mas se alguém tiver a ambição de ser General, então não dever ser.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lewis:&lt;/span&gt; O mero evento de se tornar um General não é nem certo, nem errado em si mesmo. O que importa moralmente é sua atitude em relação a isso. O homem pode estar pensando em vencer a guerra; ele pode estar desejando em ser General porque honestamente pensa que tem um bom plano, e ficará feliz em colocá-lo em prática. Isso está ok. Mas, se ele pensa: “O que posso ganhar com esse emprego?” ou “O que devo fazer para aparecer na primeira página do Illustrated News?” então, isso é errado. O que chamamos de ambição, usualmente, significa o desejo de ser mais notável ou mais bem sucedido que outra pessoa. É o elemento competitivo que é nocivo. É perfeitamente razoável querer dançar melhor ou ter uma aparência melhor do que outros – quando você começar a perder o prazer se outros dançarem melhor que você ou tiverem uma melhor aparência, então você está indo na direção errada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-6394768715742051303?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/6394768715742051303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=6394768715742051303' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6394768715742051303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/6394768715742051303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/segundo-informaes-as-questes-foram.html' title='Entrevista com C. S. Lewis'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNE29z-7WxI/AAAAAAAAAAs/RpoQLwn2Fcw/s72-c/CSLewis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-7245375600426470026</id><published>2008-09-17T06:34:00.001-07:00</published><updated>2008-09-17T13:39:14.941-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='flyleaf'/><title type='text'>All Around Me (tradução)</title><content type='html'>&lt;embed src="http://www.metacafe.com/fplayer/696388/flyleaf_all_around_me.swf" wmode="transparent" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="345"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.metacafe.com/watch/696388/flyleaf_all_around_me/"&gt;Flyleaf – All Around Me&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ao Meu Redor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas mãos estão procurando por você&lt;br /&gt;Meus braços estão abertos em sua direção&lt;br /&gt;Eu sinto você nas pontas dos meus dedos&lt;br /&gt;Minha língua dança atrás de meus lábios por você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fogo subindo pelo meu ser,&lt;br /&gt;Queimando, não estou acostumado a te ver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou vivo, estou vivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso te sentir ao meu redor&lt;br /&gt;Engrossando o ar que respiro&lt;br /&gt;Segurando o que sinto&lt;br /&gt;Apreciando esse coração que está curado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas mãos flutuam acima de mim&lt;br /&gt;E Você sussurra que me ama&lt;br /&gt;E eu começo a desmaiar&lt;br /&gt;Em direção ao nosso lugar secreto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música me faz balançar&lt;br /&gt;Os anjos cantando dizem&lt;br /&gt;Que estamos a sós com você&lt;br /&gt;Eu estou a sós e eles estão também com você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então eu choro&lt;br /&gt;A luz é branca&lt;br /&gt;E eu te vejo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegue em minha mão, eu dou ela pra você&lt;br /&gt;Agora você me deve, tudo o que eu sou&lt;br /&gt;Você disse que nunca me deixaria&lt;br /&gt;Eu acredito em você, eu acredito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-7245375600426470026?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/7245375600426470026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=7245375600426470026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7245375600426470026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/7245375600426470026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/all-around-me.html' title='All Around Me (tradução)'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-3620243672344725374</id><published>2008-09-17T05:56:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T06:18:30.594-07:00</updated><title type='text'>Conhecer Jesus é Tudo!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNEDRKjagTI/AAAAAAAAAAk/S7j8lyYP1mA/s1600-h/936076_54420437.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNEDRKjagTI/AAAAAAAAAAk/S7j8lyYP1mA/s320/936076_54420437.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246978634288890162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A pergunta do jovem rico: "O que farei para herdar a vida eterna?", é a pergunta que palpita no coração da humanidade. O homem foi criado para viver. O que ele mais quer é viver. A vida pode ser a mais miserável das vidas, mas quando chega a hora da morte o homem se agarra com desespero à vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A morte é um intruso na experiência humana e por isso não é aceita. O maior desejo do homem é viver. Para ter vida ele é capaz de fazer qualquer coisa, pagar qualquer preço, realizar qualquer sacrifício. "O que farei para herdar a vida eterna?", é o grito desesperado do coração humano. "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3). &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O segredo da vida eterna não consiste apenas no conhecimento de um corpo de doutrinas ou na aceitação de uma determinada Igreja. O segredo é o conhecimento de uma pessoa: a pessoa maravilhosa que é Jesus Cristo. O verdadeiro cristianismo é um relacionamento de duas pessoas: o ser humano e Cristo. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O que mais importa em nossa experiência espiritual não é o que cremos mas em quem cremos. A razão para acreditar que o verdadeiro cristianismo é o relacionamento pessoal entre Cristo e o homem é que a justiça e o pecado só podem existir entre pessoas. Uma estrela, um gato, uma mesa ou uma pedra não podem pecar ou ser justos. Só as pessoas pecam. Por isto o pecado, mais do que a violação da lei, é a interrupção do relacionamento de amor entre Cristo e o ser humano. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Esta é a verdadeira tragédia do pecado. Quando peco, estou ferindo meu Jesus, ferindo a mim mesmo e trazendo separação entre ambos. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A maldade do pecado do Éden está melhor revelada no fato de Adão se esconder de Deus e não propriamente no comer do fruto proibido. O pior do pecado é isso: o ser humano que outrora corria e se jogava nos braços do Pai amante, depois de pecar, escondeu-se de medo e causou profundo sofrimento ao coração de Deus. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O Pai não estava triste porque alguém comeu uma fruta, Ele estava sofrendo por causa da separação. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Isto nos leva à conclusão de que a salvação e a vida eterna nada mais são do que uma reconciliação ou um novo relacionamento pessoal com o Senhor da salvação. Somos salvos, quando cremos em Jesus, quando amamos a pessoa de Jesus, não apenas Seu nome, nem Suas doutrinas, nem apenas Sua Igreja.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-3620243672344725374?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/3620243672344725374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=3620243672344725374' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3620243672344725374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/3620243672344725374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/09/conhecer-jesus-tudo.html' title='Conhecer Jesus é Tudo!'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SNEDRKjagTI/AAAAAAAAAAk/S7j8lyYP1mA/s72-c/936076_54420437.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4773748265485970331.post-5474249095385565267</id><published>2008-08-27T12:42:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T06:19:52.835-07:00</updated><title type='text'>Eu Vejo e Creio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Dia após dia, noite após noite &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Sem som, sem voz, sem ruído &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; No mais absoluto silêncio &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Os céus declaram a glória de Deus &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; E o firmamento proclama &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; As obras das suas mãos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Então, eu ouço a sua voz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; E escuto as suas palavras &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Em todos os cantos da terra &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; E em todo o espaço sideral &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Sem abrir os meus ouvidos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; E sem fechar os meus olhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4773748265485970331-5474249095385565267?l=inessencial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://inessencial.blogspot.com/feeds/5474249095385565267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4773748265485970331&amp;postID=5474249095385565267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/5474249095385565267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4773748265485970331/posts/default/5474249095385565267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://inessencial.blogspot.com/2008/08/recentemente-assisti-um-filme-legal.html' title='Eu Vejo e Creio'/><author><name>Kleber Pessoa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Q3963nbmS8E/SZwvTaOxZqI/AAAAAAAAAEM/hhfxEKrfQdc/S220/Perfil.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
